Acadêmico
O saber é uma arma. Saber o nome de uma criatura é o primeiro passo pra matá-la. Se a loucura não te pegar antes.
Entre na caçada
Diário do Sobrevivente · RPG de mesa
Num mundo vitoriano de civilizações animais, uma corrupção cósmica corrói mentes e cidades. O nome dela é Flagelo. Vocês investigam o que ninguém quer encarar, vão atrás do horror escondido nas runas e decidem cada passo da história. Sistema narrativo e leve: 2 dados D6, e a primeira sessão já cabe hoje à noite.
Quem já conhece, já apoia
“Cachorrinhos, horrores cósmicos além da compreensão e roupagem vitoriana, o que mais se pode pedir de um jogo?”
O elfo lança a flecha. O anão resmunga. O grupo desce na masmorra, mata o dragão, pega o tesouro e volta pra taverna. De novo.
Não tem nada de errado em gostar disso. O problema é quando já não surpreende mais. Quando a campanha corre nos trilhos e você abre a ficha sabendo exatamente o que vai acontecer nas próximas quatro horas. Antes de rolar o primeiro dado.
Cadê o mistério? Cadê a sensação de que a história é sua, e não de um roteiro que só espera vocês chegarem no próximo combate?
E aí vem a outra parte: você quer testar algo novo, mas a ideia de encarar mais um manual de 300 páginas, mais uma assinatura mensal, mais uma expansão obrigatória pra “jogar do jeito certo”… cansa antes de começar.
O resultado? A mesma campanha de sempre. Ou nenhuma.
Bloodhound é um lugar onde a história nasce das suas escolhas, e o terror mora no que vocês ainda não descobriram.
A virada
Bloodhound se passa num mundo de estética vitoriana onde a civilização é feita de animais: cães, gatos, ratos, aves, répteis e anfíbios que ergueram cidades, escreveram leis e depois viram tudo começar a ruir.
O que está ruindo tem nome: o Flagelo. Uma corrupção cósmica que nasce das runas, símbolos de um poder que jamais deveria ter sido tocado. Mas de onde ele veio? Por que algumas mentes resistem e outras sucumbem? O que exatamente aconteceu naquela cidade que ninguém mais ousa citar? Essas perguntas são o coração do jogo.
Vocês investigam pistas, decifram mistérios e conduzem a história com liberdade real. O sistema existe pra servir à mesa, não pra prender vocês num roteiro. O terror não vem de um monstro pulando na sua cara; vem da tensão, da névoa, do que vocês descobrem tarde demais.
E quando o horror aperta, cada escolha pesa: usar aquela runa pode ser a resposta que faltava — ou o pedaço de sanidade que você não recupera mais.
O mundo
Cada canto de Bloodhound tem sua própria forma de resistir ao fim. Ou de se entregar a ele.
Você escolhe de qual sangue veio.
Os que ainda erguem a cabeça e farejam o perigo antes de todo mundo.
Nobreza antiga, tradição afiada, salões de mármore e sangue velho que se recusam a cair.
Resilientes e engenhosos. Não lideram exércitos: constroem as rotas de fuga por onde os exércitos escapam.
Contemplativos, elegantes, refugiados dos penhascos. Enxergam de cima o que o resto só sente chegar.
Pacientes, sábios, calculistas. Preferem a razão ao ímpeto e o silêncio ao alarde.
Místicos das margens. Vivem em Nymueh, a cidade sobre a água — dizem que o Flagelo não sabe nadar.
O saber é uma arma. Saber o nome de uma criatura é o primeiro passo pra matá-la. Se a loucura não te pegar antes.
Bombas, engenhocas e runas fundidas na mão. Improvisa a diferença entre a vida e a ruína.
O rastreador. Fareja, persegue, abate. Feito pro que se esconde na névoa.
O aço que não recua. Ergue o escudo quando tudo desmorona e é o último a cair.
Quatro Classes, cada uma com Profissões e Especializações — 8 combinações pra moldar quem você se torna diante do horror.
Flagelados que já foram gente. Caídos que se fundem a itens — e uns aos outros — atrás de poder. Aberrações de oito cabeças e quatro braços, montadas com pedaços de raças diferentes, arrastando três metros de fome pela cidade morta.
Você não vai vencer todos.
Vai aprender de quais fugir.
Por que Bloodhound
Liberdade real pra construir cada turno e conduzir a trama do seu jeito — é o que os reviewers mais elogiam. O sistema serve à narrativa, não o contrário. Aqui ninguém joga nos trilhos.
Bloodhound é feito pra desvendar. Pistas, segredos, a verdade por trás do Flagelo. A tensão vem do que vocês descobrem — e do que preferiam não ter descoberto.
O sistema SD6 é rápido e intuitivo: 2 dados D6 e a mesa já roda. O Fastplay coloca até quem nunca jogou pra dentro da história em minutos. A primeira sessão cabe em 30 minutos.
Comece leve pelo Fastplay. O Diário do Sobrevivente completo está lá pra quando você quiser ir fundo, no seu ritmo — não como pré-requisito.
Sem mensalidade. Sem expansão obrigatória. Sem “compre o suplemento pra desbloquear o resto”. O que você levar é seu, e roda quantas campanhas você aguentar.
Sanidade não é número de enfeite. Usar runas cobra sua mente. A tensão está na regra, não só na voz do Narrador — e é isso que dá o clima sombrio do começo ao fim.
Cada linha, cada arte, cada criatura foi pensada por gente. Nada de texto gerado por máquina, nada de arte sintética. Orgulho nosso — e você sente na leitura.
Comprou, recebeu. Lançamento totalmente digital, entregue na hora pela Eduzz. Nada pra esperar chegar pelo correio.
Como funciona
Pagamento pela Eduzz, acesso digital imediato. Sem espera.
Ficha rápida, 2 dados D6, um Narrador e o grupo. As regras essenciais cabem numa leitura curta.
2d6 + modificadores resolvem quase tudo: investigar uma pista, convencer um NPC, encarar o horror sem perder a cabeça. Vocês conduzem a história; os dados só decidem o preço.
A barreira de entrada é baixíssima. É o antídoto contra o “não tenho tempo de aprender um sistema novo”.
A construção
Bloodhound não apareceu do nada. São mais de 3 anos de desenvolvimento. Versão após versão, cada uma lapidada pelo feedback de quem joga. Isto aqui não é um produto congelado. É um sistema vivo, que continua crescendo com a própria comunidade.
E a comunidade responde.
Vozes da cena
“Cachorrinhos, horrores cósmicos além da compreensão e roupagem vitoriana, o que mais se pode pedir de um jogo? Tudo isso com alto grau de liberdade para construir as ações do seu turno. Perfeição!”
“Com uma proposta audaciosa de combinar aventura, mistério, suspense e terror, este jogo proporciona uma experiência cativante do começo ao fim. O sistema SD6 é rápido, intuitivo e altamente adaptável — ideal para iniciantes e para mestres experientes que desejam agilidade sem comprometer a profundidade da narrativa.”
“Se você procura horror cósmico, cachorrinhos e ainda liberdade pra você e seu grupo explorarem a criatividade… Você encontrou.”
“Um cenário intrigante e imersivo, com mecânicas criativas. Consegue transmitir um clima de tensão nos mínimos detalhes. A mecânica de magia é bem inovadora e faz a gameplay ser muito envolvente. Indico para quem deseja uma experiência surpreendente e sombria no RPG de mesa.”
“Elas trazem exatamente o tipo de recurso que eu sentia falta no D&D — já me conquistou de cara! Além disso, cada raça possui habilidades muito criativas, o que deixa tudo ainda mais interessante.”
Chega de ouvir. Entra na mesa.
Entre na caçadaAs edições
Três formas de entrar na caçada. Todas com acesso digital imediato.
O ponto de entrada para a caçada.
Para quem quer jogar de verdade.
Tudo do Caído, e mais:
A experiência completa do Flagelo.
A edição definitiva. Tudo, e mais:
🐾 10% desta compra vai direto pro Barthô, ONG de proteção animal.
Quero o Abissal✓ Acesso imediato pela Eduzz · ✓ 7 dias de garantia · ✓ Pagamento único, sem mensalidade
A causa
Bloodhound é feito de animais que lutam pra sobreviver. Faz sentido que parte dele ajude os que estão fazendo exatamente isso, aqui fora.
10% de cada Edição de Colecionador (Abissal) vai direto pro Barthô, o Grupo de Proteção Animal que cuida de animais em situação de vulnerabilidade.
Você leva a experiência completa. Um bicho de verdade ganha um dia melhor. Todo mundo sobrevive um pouco mais.
Antes de rolar o dado
Não. É um RPG narrativo de horror com personagens animais — a mesma escolha de obras como Maus, que usou animais pra contar histórias profundamente humanas. Aqui, o focinho serve à atmosfera: aproxima e estranha ao mesmo tempo. O foco é história, mistério e o terror que se constrói na mesa.
Consegue — e provavelmente hoje mesmo. O Fastplay foi desenhado pra colocar iniciantes pra jogar rápido. Precisa de 2 dados D6 e alguém disposto a narrar. A primeira sessão cabe em 30 minutos.
É outra proposta. O foco aqui é narrativa, mistério e investigação — não masmorra-tesouro-taverna. O sistema SD6 (2d6) é próprio e enxuto, feito pra servir à história, com liberdade real pra mesa e uma mecânica de Sanidade que dá peso a cada decisão. É o “recurso que faltava no D&D” que os próprios reviewers citam.
Não. Pagamento único, sem mensalidade e sem expansão obrigatória. O que você comprar já roda campanhas completas.
Não usamos IA em nada. Texto e arte são 100% feitos por humanos. É um ponto de orgulho — e dá pra sentir na leitura.
É lançamento 100% digital. Você compra e recebe na hora pela Eduzz. Nada pra esperar pelo correio.
Você tem 7 dias de garantia. É a lei (CDC, art. 49) e a gente cumpre sem drama: manda um e-mail dentro do prazo e devolvemos o valor. Sem interrogatório, sem letra miúda.
Comprou, abriu, não era o que esperava? Você tem 7 dias de garantia. É a lei, e a gente cumpre sem drama: manda um e-mail dentro do prazo e devolvemos o valor. Sem interrogatório, sem letra miúda.
A única coisa que você tem a perder é mais uma noite jogando a mesma campanha de sempre.
⚔ Preço de lançamento · até 42% off — enquanto a caçada está começando
Sem manual de 300 páginas. Sem mensalidade. Sem expansão obrigatória. Só a sua mesa, dois dados e um continente cheio de segredos esperando pra serem desenterrados.
Aprende hoje. Joga hoje. A história começa quando você quiser.
Entre na caçada